Puma Punku (Bolivia)

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Puma Punku (Bolivia)

Mensagem  ANNUNAKI em Ter Jun 08, 2010 11:35 am

Engenharia Civil Avançada Desconhecida

Se você se
surpreendeu com Tiahuanaco, prepare-se para Puma Punku. Aqui é ainda mais
evidente as ligações de metal entre as rochas, e existem várias pedras que
demonstram que eles usavam este tipo de ligamento entre os blocos
frequentemente.


Porém é em
Puma Punku que é possível ver o avançado sistema de corte de blocos. Analisem
pela foto abaixo a qualidade e a perfeição dos cortes. Alguns cientistas
acreditam que nas ferramentas básicas daquela época, estes tipos de cortes são
praticamente impossíveis de se fazer. Por isso existe uma forte hipótese de que
realmente esse povo já usava algum tipo de ferramenta avançada de corte, ou
algum método que infelizmente ficou perdido no tempo…










Métodos de construções surpreendentes


Porém o que
mais impressiona em Puma Punku são esses “H’s” gigantes. Esse H’s eram usados
como encaixe com outros blocos e assim se erguiam altos muros. Esse método de
encaixe jamais foram vistos em nenhuma civilização anterior ou mesmo
posterior e é isso que faz Puma Punku ser tão supreendente, um elo perdido na
história. Abaixo, pode-se ver o esquema de construção.











E o que
dizer deste bloco abaixo? Um dos blocos mais famosos e misteriosos, ele
apresenta um fino corte milimétrico e perfeito com vários furos sobre ele. Como
poderiam fazer algo tão perfeito e rigoroso matematicamente? Em Puma Punku é
possível ver vários blocos com furações, mas não existem restos do que se
conectava aos blocos. Aparentemente, existe muito mais de sua engenharia
perdida com o tempo…





Afinal, como esta civilização poderia ter sido tão
avançada?



A teoria
ufológica é que os deuses do passado deram o entendimento a esta civilização,
no caso, “deuses astronautas”, ou seja, existe a famosa teoria de que uma
inteligência superior nos ensinou várias coisas para os povos no passado.
Existe muitos indícios sobre este mítico passado porém, quero deixar tudo ao
seu tempo, pois existe muita coisa ainda para eu escrever a vocês. Eu acredito
que realmente em Tiahuanaco e em Puma Punku, ouve uma civilização próspera e
muito acima do seu tempo, até acima de seus posteriores e isso é que faz um
mistério. Não se sabe que catástrofe afetou esse povo e o que o destruiu, mas é
fato que um dia foram muito gloriosos. É uma pena saber que um dia existiram
engenheiros tão engenhosos e que todas suas descobertas foram enterradas ou
perdidas…



Pode ser
mesmo que no passado ouve uma inteligência que influenciou grandes civilizações
como a Suméria e a Egípcia por exemplo, e também com certeza teria influenciado
povos da América Central. Mas como o tempo limpou todas as provas em
Tiahuanacoe em Puma Punku, não podemos ter certeza de nada sobre isso.



A única certeza que podemos tirar é que em um passado não muito distante
existiu uma civilização extremamente avançanda perante seu tempo e que ainda é
pouco compreendida. É necessário que um dia, tenhamos que reescrever a
história, e tirar esta estúpida idéia que a 2 mil anos atrás apenas existiam
pessoas supersticiosas e ignorantes. De fato pode ter existido um saber na
antiguidade até mais avançado que o nosso atual, que se não estiver perdido,
está muito bem guardado. Nos resta então, apenas usar nossa imaginação e tentar
imaginar como este maravilhoso povo, um dia teve seu apogeu… e sua extinção.



As ruínas de Puma Punku, próximas de Tiahuanaco, estão
entre as mais interessantes e misteriosas da América do Sul.

Por Gilberto Schoereder

O que talvez mais irrite os chamados pesquisadores
autônomos – como Erich Von Däniken, por exemplo – é o fato deles levantarem
questões interessantes que são sistematicamente ignoradas pelos cientistas da
área para, depois de muitos anos, passarem a receber a atenção necessária.
Parece até coisa de criança que quer fazer, mas diz que não vai fazer; espera
passar algum tempo para ver se todo mundo já se esqueceu do assunto, e aí faz.
Com Puma Punku parece que é um caso parecido. Däniken já se referia às
estranhas construções do local lá pelo final dos anos 1960, início dos 70, mas
só há pouco começaram as escavações e pesquisas para valer na região.
Pumu Punku é um conjunto de ruínas a cerca de um quilômetro ao sul de
Tiahuanaco e, até onde se sabe, os arqueólogos e outros pesquisadores ainda não
chegaram a uma conclusão se elas fazem parte de Tiahuanaco ou não. Certamente,
são bem mais estranhas. Quando as viu pela primeira vez, Däniken disse que
parecia que todo o lugar tinha sido virado de cabeça para baixo. Escadarias
gigantescas ao contrário, como num quadro de Escher, construções cuja
finalidade ninguém conhece, mas colocadas inteiras viradas para baixo.
Ali também existe uma pirâmide, ou o que sobrou dela. Diz-se que quatro pisos
da pirâmide ainda podem ser percebidos, além de existirem em Puma Punku as
maiores pedras já encontradas em construções na América do Sul, as mais pesadas
chegando a 440 toneladas, e outras a 100 ou 150 toneladas. O sistema de junção
dos blocos de pedra também é único na América, com a utilização de ranhuras em
forma de “I”, nas quais teriam sido colocados cobre ou chumbo derretido, agindo
como grampos para prender as pedras, ainda que alguns afirmem que esses metais
não conseguiriam suportar o peso.
Segundo os arqueólogos que pesquisam a região, Puma Punku é o que restou de um
prédio construído em quatro partes, e que caiu devido a um motivo desconhecido,
talvez um terremoto. Os pesquisadores dizem que a pedreira de onde os blocos
saíram encontra-se a cerca de 16 quilômetros e, mais uma vez, chegamos àquele
impasse: não havia tecnologia na época em que a construção supostamente foi
erguida, para transportar esses blocos de pedra; para não falar da forma como
foram cortados.

As lendas locais dizem que Puma Punku foi construída pelos deuses em apenas uma
noite. Da mesma forma, por razões que só os deuses compreendem, resolveram
destruí-la e o fizeram simplesmente levantando-a no ar e virando-a de cabeça
para baixo.
Entende-se, também, que parte das ruínas já não existe mais. O viajante francês
Alcide d’Orbigny relatou, por volta de 1844, a existência de portões imensos
erguidos sobre plataformas de lajes, uma delas com 40 metros de comprimento.
Hoje, elas já não podem ser vistas em pé. Como ocorreu em outros locais da
região e até mesmo em Tiahuanaco, a população local utilizou o local como
pedreira para a construção de cidades e igrejas na região.
Devido ao orçamento escasso, diz-se que as escavações são muito lentas, e
apenas a parte superior da estrutura de Puma Punku foi descoberta. Ainda que os
próprios arqueólogos afirmem ser apenas uma suposição, o que dizem é que a
estrutura parece ser uma plataforma gêmea da que é encontrada em Akapana,
também em Tiahuanaco, uma vez que a orientação e a arquitetura de ambas sugerem
terem sido utilizadas em conjunto para fins cerimoniais. Ambas estão orientadas
de frente para o Sol, um indicativo do culto solar que predominava na mitologia
dos Andes. As duas estruturas também possuem escadarias gêmeas em seus lados
leste e oeste.
Por outro lado, pesquisadores autônomos sugerem que Puma Punku não tem relação
direta com Tiahuanaco, e muito do que se vê no local não pode ser compreendido,
ao contrário do que se vê em Tiahuanaco. Algumas construções se assemelham a
complicadas caixas de pedra, repletas de reentrâncias e ranhuras sem finalidade
visível.
A estranheza da construção pode ser melhor percebida no desenho que reproduz um
dos blocos, realizado pelo arqueólogo Max Uhle (1856-1944) em colaboração com o
explorador Alphons Stuebel (1835-1904), publicado no livro Die Ruinenstätte von
Tiahuanaco im Hochland des Alten Peru (As Ruínas de Tiahuanaco no Planalto do
Peru Antigo, 1892). Eles fizeram medições cuidadosas dos blocos de pedra e
chegaram a um resultado misterioso. O desenho mostra mas não explica a
finalidade do estranho bloco de pedra.
Esse é apenas mais um dos mistérios de Puma Punku que, para muitos
investigadores, é apenas mais um dos inúmeros indícios de que civilizações
extremamente desenvolvidas existiram na América do Sul, possivelmente em épocas
muito mais recuadas do que se supõe atualmente.

Puma Punku na Bolívia. Este local contém centenas de pedras
colossais colocadas aleatoriamente devido a uma destruição da construção
original. Até agora não há nada de fantástico. Se repararem cuidadosamente na
natureza das rochas começam a ver o mistério. As rochas compostas de granito e
diorito, este último tem uma dureza apenas ultrapassável pelo diamante, fazem
formas geométricas. Estas formas encaixam umas nas outras como um puzzle, algo
de notar pois a geometria dos blocos não é simples, e o facto mais incrível de
todos é o das rochas terem sido cortadas e moldadas milimetricamente com linhas
rectas exactas e cortes de 90º certos algo que segundo os arquelogistas actuais
foi feito por índios naturais da região que nem escrita tinham. Foram enviados
mesmo engenheiros ao local que afirmaram ser impossível reconstruir o local com
a mesma precisão e isso com tecnologias actuais.
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