Projeto Filadélfia

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Projeto Filadélfia

Mensagem  ANNUNAKI em Dom Jun 13, 2010 3:04 pm

Experimento Filadélfia, Projeto Filadélfia ou
Philadelphia Project, não importa como chamemos, é uma
teoria conspiratória siniiiistra, que depois de pesquisa-la, até
demais, comecei a achar que é uma maluquice e que fica impossível saber o
que é mentira, o que é verdade e o que é conspiração do Governo
Americano (claro!!!).
Essa experiência, ou projeto, seja lá como você prefira chamar, é tão
louca que no desenrolar dela eu deveria falar também do Projeto
Montauk
, de controle mental e dos Grey… sim
amiguinhos, dos nossos queridos alienígenas-anões cinzentos! Mas vou me
atentar o máximo possível ao que considerei menos insano e mais
plausível, por assim dizer.

Prólogo


Em 1943 o Governo Americano iniciou testes para um experimento
sem precedentes na industria bélica. O projeto consistia em tornar um
Destroyer (navio de guerra) invisível para radares inimigos. Mas ao que
tudo indica os testes deram errado (ou MUITO certo) e o navio não só
desapareceu como se transportou para 40 anos no futuro.
Muitos livros e um filme, o “The Philadelphia Experiment
(1984) abordaram o assunto, mas o que o tornou famoso e “certeza” pra 9
de cada 10 conspirólogos foram dois personagens, no mínimo curiosos: Carl
Allen
e Al Bielek.
Malucos ou testemunhas oculares?


Após ler o livro “The expanding case for the UFO” (o
livro abordava casos de OVNS, abduções, desmaterializações…), de Morris
Jessup
, em 1956, um oficial da marinha americana chamado
Carl Allen
resolve se corresponder com o autor e contar uma
história que chamou a atenção de Jessup.


USS Eldridge
Allen relata o aparecimento de um Destroyer e o posterior sumiço do
mesmo diante dos seus olhos, quando estava embarcado em seu navio,
também um Destroyer da marinha americana, em Norfolk, Virginia, no mês
de outubro de 1943. Mas como não deu muitas provas concretas a Jessup,
este resolveu dar por encerrada a pesquisa sobre o assunto.
Carl Allen chega a negar o que disse sobre os incidentes do
Destroyer, para o Escritório de Pesquisa de Fenômenos Aéreos
(APRO) em 1969. Mas 10 anos mais tarde reaparece, dando entrevista para
Moore & Berlitz no livro “The Philadelphia Experiment” e
readmitindo tudo. Este livro acaba tornando a história famosa e
lendária.
Em meados dos anos 80 ressurge das cinzas um personagem que
seria uma testemunha viva do experimento, Al Bielek, um
cientista, alegando ser o responsável pela eletrônica a bordo do navio
do Experimento Filadélfia. De acordo com Bielek, o
Experimento ocorreu em duas fases, em 23 de julho e 12 de agosto, e não
em outubro.
Segundo contou, o projeto não só resultou no teleporte como também em
uma viagem no tempo. Disse também que sofreu lavagem cerebral e só
lembrou dos fatos após ver o filme sobre o incidente (”que
conveniente”). Bielek era Ph.D. em Física, o que ajudou a dar uma certa
credibilidade no que dizia, com detalhes técnicos sobre o experimento,
mas nada muito diferente do que se via no filme. Ele também disse que
foram supervisionados pelos amiguinhos cinzas, os Greys, mas ninguém deu
crédito, então ele se calou sobre isso, mas particularmente eu acho
mais legal essa teoria.
O que aconteceu… ou não…



Existem algumas falhas e desencontros de datas e dados nas diversas
teorias encontradas sobre o assunto. Assim sendo, decidi reorganizar os
fatos de um modo coerente que possa tornar a teoria mais plausível. E
farei isso sem dó nem piedade.

Nos início dos anos 40 a Marinha Americana deu início a um projeto
militar visando tornar sua frota de navios invisível física e
eletrônicamente. Eram líderes deste projeto Nikola Tesla,
Albert Einstein e John (ou Janus)
Von Neumann
, este último um físico húngaro. Foram estudadas
técnicas relativas ao eletromagnetismo, Teoria Unificada de
Campos
e suas possíveis aplicações.


Albert Einstein e Nikola Tesla


John Von Neumann
Com base nos estudos de Tesla e Einstein chegou-se a uma versão desta
teoria para curvar a luz em volta de um objeto e torna-lo invisível.
Isso teria exigido equipamento especializado e muita energia. A Marinha
teria considerado isto valioso para uso em guerra e patrocinou a
experiência.
Então no verão de 1943 (Tesla já havia falecido) iniciaram-se os
testes no estaleiro da Filadélfia, sendo bem sucedidos, porém em grau
limitado. Mesmo assim em 22 de julho, com o Destroyer USS
Eldridge
devidamente equipado, o experimento foi posto em
prática.

Como resultado o navio tornou-se quase completamente invisível, com
algumas testemunhas relatando um “nevoeiro esverdeado” em seu lugar. No
entanto, os membros da tripulação teriam se queixado de náuseas depois.
Nesse momento, a experiência teria sido alterada a pedido da Marinha,
com o novo objetivo a ser exclusivamente invisível ao radar.
Propositalmente ou não, os equipamentos não foram ajustados para o
fim esperado pela marinha e em 28 de outubro novo experimento foi
realizado. Quem testemunha, mesmo não propositalmente, este novo teste é
Carl Allen, nosso marujo e primeiro a divulgar a história ao mundo.


Base Naval de Norfolk
E como dito por ele, enquanto estava a bordo do navio Liberty USS
Andrew Furuseth
na área de Norfolk, Virginia, um navio, do
tipo destróier (o USS Eldridge), subitamente surgiu de lugar nenhum,
parcialmente coberto por uma névoa verde de forma esférica. O navio
permaneceu por apenas alguns minutos e então desapareceu novamente, em
um aparente caso de dispersão acidental, ou teletransporte.


À bordo do USS Eldridge
Muitos eventos misteriosos ocorreram com a tripulação do segundo
experimento. Quase toda a tripulação adoecera estranhamente. Alguns
teriam passado a sofrer de doença mental, comportamento compatível com a
esquizofrenia.
Outros membros imóveis, teriam desaparecido fisicamente de forma
inexplicada e cinco tripulantes teriam se fundido ao metal do convés do
navio. Parados, outros desapareceram dentro e fora do campo de vista. Às
vezes eles desapareciam, reapareciam em outro lugar, de repente,
explodiam em chamas. Óbvio que os que sobreviveram sofreram lavagem
cerebral!


Suposta tripulação do teste, dezembro de 1942
Como não conseguiam explicar os eventos ocorridos com o navio e sua
tripulação, o Governo Americano criou um comitê de pesquisa chamado Projeto
Fênix
, comandado por John Von Neumann. As pesquisas
continuaram e, para afasta-las do público, em 1971 o projeto foi
transferido para uma base da Aeronáutica em Montauk, Nova York, e
rebatizado como Projeto Montauk (onde provavelmente Al
Bielek também estava trabalhando).


Estação de radar abandonada em Montauk Point
Então em 12 de agosto de 1983 um novo experimento foi posto em
prática e acabou abrindo um túnel temporal, causando um looping temporal
e trazendo o USS Eldridge para o futuro. Nosso amigo Al Bielek
participou desta fase, assim como outros que contavam as mesmas coisas
que ele contou, como os detalhes técnicos dos testes e o fato de terem
sidos submetidos a lavagem cerebral para esquecerem o que aconteceu, mas
nada de muito concreto e palpável sabe-se mais.
Curiosidades e fatos estranhos (ou mais estranhos…)



  • Em janeiro de 1951 o navio USS Eldridge foi
    entregue à Marinha grega como parte do programa de ajuda militar, junto
    com três outros destróieres Cannon. Estes quatro navios
    ficaram conhecidos na Marinha grega como as “quatro bestas” por causa
    dos nomes que receberam: Aetos (Águia), Ierax (Falcão),
    Panthir (Pantera) e Leon (Leão). Dois
    destes navios se tornariam bem conhecidos nos anos seguintes. Aetos
    “estrelou” em alguns filmes (”Os Canhões de Navarone” entre eles) e
    Leon, D-54, como o ex DE-173 Eldridge, ou o navio do Experimento
    Filadélfia.
  • O escritor Morris Jessup (que se conrespondeu com
    Carl Allen) se suicidou dois anos depois de ter sido convocado pelo Escritório
    de Pesquisa Naval do Governo dos EUA
    (ONR), onde lhe mostraram
    uma cópia do seu livro com várias anotações sobre suas pesquisas de OVNIS,
    ligadas ao Projeto Filadélfia, viagens interplanetárias… O livro foi
    estranhamente publicado com as anotações dos militares, numa tiragem
    especial, de poucas cópias.
  • A Marinha dos EUA jura de pé junto que nada descrito acima
    aconteceu. Allen haveria confundido conversas que ouviu e tratavam do
    degaussiamento (degaussing) de navios para protegê-los contra minas e
    torpedos magnéticos (torná-los “invisíveis” a dispositivos ativados por
    magnetismo). Talvez Allen também tenha interpretado mal,
    intencionalmente ou não, outros dispositivos experimentais, mas não
    exóticos, que estavam na ocasião montados em navios, como parafusos de
    novos tipos, novos sonares, etc.
Ducumentario:






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