Os crânios de cristal

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Os crânios de cristal

Mensagem  ANNUNAKI em Qua Jun 09, 2010 12:11 pm

Os crânios de cristal foram encontrados no México, América Central e
América do Sul e são uma das maiores descobertas arqueológicas do século
XX. Cada peça foi esculpida em um único bloco de cristal por volta do
ano 1.000 a.C., com uma perfeição de detalhes que só poderia ser
repetida pela tecnologia atual.



O peso médio de cada crânio é de 5
quilos, com as dimensões de 13 cm de altura, 13 cm de frente e 18 cm de
profundidade. Ao todo são 13 peças, hoje espalhadas por museus de todo
mundo.

As teorias sobre quem teria confeccionado os crânios
apontam desde os Aztecas até inteligências extraterrestres, mas ainda
não podemos ter a menor idéia de 'como' eles fizeram isso.Muitas pessoas
acreditam que os crânios são capazes de transmitir e absorver
"vibrações", agindo como condutores de energia psíquica.
Sem dúvida, a
mais famosa e enigmática peça de cristal antigo descoberta até agora, é
o Crânio de Cristal de Mitchell Hedges. Um dia, em 1927 o explorador F.
A. Mitchell Hedges estava limpando o entulho do topo de um templo em
ruínas na cidade maia de Lubaantum, localizada nas Honduras britânicas,
atualmente Belize, quando sua filha Ana, de 17 anos, que o havia
acompanhado, viu algo brilhando na poeira abaixo. Ana encontrou um
crânio finamente entalhado e polido, feito de cristal de rocha, em que
faltava a parte da mandíbula. Três meses depois, ela localizou a
mandíbula numa escavação a 25 pés do primeiro local.
Ele corresponde
aproximadamente em tamanho ao crânio humano, com detalhes quase
perfeitos, mesmo restaurando o crânio com as proeminências globulares,
que são características de uma mulher.

Em 1970, o conservador e
restaurador de arte Frank Dorland teve permissão para submeter o crânio
de cristal a testes conduzidos nos Laboratórios Hewlet Packard em Santa
Clara, Califórnia. Destes testes e de estudos cuidadosos feitos pelo
próprio Dorland, o crânio revelou muitas anomalias. Quando submerso em
álcool benzílico, com um feixe de luz passando através, tanto o crânio
como a mandíbula vieram do mesmo bloco de quartzo. O que impressionou
muito as pessoas envolvidas no teste é que eles perceberam que o crânio
havia sido entalhado com total desrespeito ao eixo natural do cristal no
quartzo.
Na cristalografia moderna, o primeiro procedimento é sempre
determinar o eixo, para prevenir fraturas e quebras durante o processo
subsequente de moldar a forma. Então, parece que quem fez o crânio
empregou métodos pelos quais essas preocupações não são necessárias.
O
artista desconhecido também não usou instrumentos metálicos. Dorland
não conseguiu encontrar sinais de qualquer metal que deixasse marcas no
cristal quando o analisou com um microscópio muito potente. Na verdade, a
maioria dos metais não teria sido efetiva, pois o cristal tem uma
gravidade específica de 2.65 e um fator de dureza Mhos de 7. Em outras
palavras, mesmo um canivete moderno não pode fazer uma marca nele.



A
partir de minúsculos padrões no quartzo próximos das superfícies
esculpidas, Dorland determinou que o crânio foi primeiramente cinzelado
em uma forma rudimentar, provavelmente com o uso de diamantes. O
aperfeiçoamento da forma final, a lapidação e o polimento, conforme
acredita Dorland, foi feito por inúmeras aplicações de soluções de água e
areia de cristal de silicone. O grande problema está em que, se este
fosse o processo usado, isso significaria que haveria necessidade de um
total de 300 anos terrestres de trabalho contínuo para a confecção do
crânio. Devemos aceitar este fato praticamente inimaginável ou admitir o
uso de alguma forma de tecnologia perdida na criação do crânio e de que
atualmente não há nenhuma tecnologia equivalente.

O enigma do
crânio, entretanto, não termina aqui. Os arcos zigomáticos (o arco ósseo
que se estende ao longo dos lados e parte frontal do crânio) são
precisamente separados da peça do crânio e agem como tubos de luz,
usando princípios similares aos da óptica moderna, para canalizar luz da
base do crânio para os orifícios oculares. Estes, por sua vez, são
pequenas lentes côncavas que também transferem luz de uma fonte abaixo,
para a parte superior do crânio. Finalmente, no interior do crânio, está
um prisma e minúsculos túneis de luz, pelos quais os objetos que são
colocados abaixo do crânio são ampliados e aumentam o brilho.

Richard
Garvin, autor de um livro sobre os crânios de cristal, acredita que o
crânio foi desenhado para ser colocado sobre um feixe de luz voltado
para cima. O resultado, com as várias transferências de luz e efeitos
prismáticos, iluminaria todo o crânio e faria com que os orifícios se
tornassem olhos brilhantes. Dorland realizou experimentos usando esta
técnica e relatou que o crânio “se acende” como se estivesse pegando
fogo.

Um outro achado sobre o crânio de cristal revela
conhecimento de pesos e pontos de fulcro. A peça da mandíbula se encaixa
precisamente no crânio por dois orifícios polidos, que permitem que a
mandíbula se mova para cima e para baixo.

O próprio crânio pode
ser balanceado exatamente onde dois pequenos orifícios são trespassados
de cada lado de sua base, que provavelmente antes continham suportes de
suspensão. O equilíbrio nestes pontos é tão perfeito que a menor brisa
faz com que o crânio balance para a frente e para traz, com a mandíbula
abrindo e fechando como contra-peso. O efeito visual é o de um crânio
vivo, falando e articulando.

A questão, é claro, é - para que
propósito isto serve? Ele foi apenas desenhado pelo seu artista como um
brinquedo inteligente ou peça de conversação ou ainda, como acredita
Dorland, ele seria usado como um instrumento oracular, através dos
estranhos fenômenos associados ao crânio de cristal, que desafiam
explicações lógicas.

Observadores relataram que, por razões
desconhecidas, o crânio mudará de cor. Às vezes, a parte frontal do
crânio fica enevoada, parecendo algodão branco. Outras vezes ele se
torna perfeitamente claro, como se o espaço interior desaparecesse num
vácuo. Num período de 5 a 6 minutos, um ponto escuro frequentemente
começa a se formar no lado direito e lentamente escurece todo o crânio,
depois vai desaparecendo, tão misteriosamente como chegou.

Outros
observadores viram cenas estranhas refletidas nos orifícios dos olhos,
cenas de edifícios e outros objetos, mesmo quando o crânio está apoiado
sobre um fundo preto. Outros ainda ouviram ruídos emanando de dentro e,
ao menos em uma ocasião, um brilho distinto rodeou o crânio como uma
aura por mais de seis minutos, sem que houvesse qualquer fonte de luz
conhecida.

A soma total do crânio parece alterar todos os 5
sentidos físicos do cérebro. Há mudanças de cor e de luz, ele emite
odores, cria sons, proporciona sensações de calor e de frio para aqueles
que o tocam, mesmo quando o cristal havia permanecido a um temperatura
física de 21°C sob todas as condições e produziu até sensações de sede e
às vezes de gosto em poucos casos. Dorland é de opinião que o que está
ocorrendo em todos estes fenômenos é que o “cristal estimula uma parte
desconhecida do cérebro, abrindo uma porta psíquica para o absoluto”.
Ele observa: “os cristais emitem continuamente ondas de rádio. Desde que
o cérebro faz a mesma coisa, eles interagem naturalmente”. Ele percebeu
também que ocorrências periódicas no crânio de cristal são devidas às
posições do Sol, da Lua e dos planetas no céu.

A pesquisadora
Marianne Zezelic concorda que o crânio foi usado primariamente para
estimular e amplificar as capacidades psíquicas nos que o manuseavam.
Ela observa: “O cristal serve como um acumulador de magnetismo
terrestre. Quando se olha fixamente o cristal, os olhos entram numa
relação harmônica, estimulando o magnetismo coletado naquela porção do
cérebro conhecida como cerebelo. O cerebelo portanto se torna um
reservatório de magnetismo que influencia a qualidade do fluxo magnético
através dos olhos, originando assim um fluxo contínuo de magnetismo
entre o observador e o cristal. A quantidade de energia que entra no
crânio eventualmente aumenta numa tal proporção que afeta os polos do
cérebro, uma região que se estende logo acima dos olhos, contribuindo
para o fenômeno psíquico”.

Indo além, Tom Bearden, um
especialista no campo de estudos psicotrônicos, acredita que, em mãos de
um mediador qualificado e focalizador mental, o crânio de cristal
também serviu, não somente como veículo para transformar o campo de
energia vital em energia eletromagnética e noutros efeitos físicos, mas
também auxiliou na cura, pela alteração de sua ressonância cristalina
para combinar com as freqüências da mente e do corpo do paciente, e
afetando as energias curadoras no crânio, que então se manifestaria no
campo áurico do paciente. O crânio seria usado portanto como um
amplificador e um transmissor de forças de energia psíquicas e da terra.

Observando
a soma total de habilidades e conhecimento incorporados a respeito do
crânio Mitchell-Hedges, a ciência moderna tropeça na maneira de explicar
isto. O autor Richard Garvin sumarizou os achados com estas palavras:
“É virtualmente impossível hoje – num tempo em que os homens escalaram
montanhas na lua – duplicar este achado. Somente as lentes, os tubos de
luz e os prismas apresentam uma competência tecnológica que a raça
humana adquiriu apenas recentemente. Na verdade, não há ninguém no globo
atualmente que poderia tentar duplicar a escultura. Não seria uma
questão de aptidão, paciência e tempo. Simplesmente seria impossível.
Como um cristalógrafo da Hewlett-Packard disse: “Essa coisa simplesmente
não poderia existir”.
Mas existe e enquanto não podemos explicá-los
em termos de qualquer forma de tecnologia conhecida, podemos explicá-los
somente como produto de uma tecnologia muito mais adiantada que a
nossa, mas que desapareceu e foi esquecida há muito tempo – a tecnologia
de uma Idade de Ouro.


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